Etiqueta e dinheiro – Algumas dicas para não fazer feio

Etiqueta e dinheiro – Algumas dicas para não fazer feio

Que dinheiro é importante na sociedade é um fato. No entanto, muita gente se sente insegura em situações do cotidiano quando o assunto é dinheiro, contas, pagamentos e tudo o mais. Aqui vão algumas perguntas comuns:

1. Dividir despesas em restaurante – se você não é o convidado de honra, e ficou acertado que cada um paga o seu, nada mais justo: pague o que ficar estipulado no rateio das despesas. Nada de querer pagar “só o que você comeu”, que é indelicado; ninguém com bom senso irá no restaurante para se fartar às custas dos outros, e se no seu caso a despesa foi só um copo de água, este valor será incluído no rateio sem pesar para você (pois seria injusto). Se é um encontro romântico, para começar uma relação, normalmente o homem paga. Outra dica, normalmente, quem convidou paga, fica mais elegante.

2. Presentear – não há regras do tipo “presentes caros são os melhores”. Procure ajustar o valor do presente dentro do seu orçamento e seja criativo na escolha de algo especial, que vá agradar o presenteado. Mas e quanto as listas de presentes de casamento? Vamos imaginar que todos os presentes mais em conta tenham acabado: pesquise algo diferente, decorativo em outra loja e compre. Não vá destruir sua vida financeira por conta de um presente. Vale pensar que. Normalmente, quando chega o convite de casamento há tempo suficiente para pesquisar boas opções que preservam o bolso.

3. Cartão de crédito – por vezes houve um problema no servidor da administradora, ou qualquer outro evento que impediu a conclusão da compra. Não importa se o limite estourou ou foi outra causa, mas rapidamente procure outra alternativa para pagamento, sem ficar questionando de quem foi a falha. Mantenha a calma, principalmente se o funcionário do estabelecimento fizer algum comentário desagradável – lembre-se que qualquer ofensa que ele ou ela fizer é passível de ser considerada assédio moral, afinal você é cliente e age de boa fé.

4. Dinheiro emprestado – seu amigo pediu um dinheiro emprestado a você, não importa a situação, respire fundo e analise: é procedente o pedido? Se é um amigo que sempre está endividado, cuidado porque ele já sabe que as pessoas se condoem da situação dele e se aproveita disso. Emprestar irá fazer mal tanto a você, que se sente usado, quanto a ele, que permanece neste vício. Mas se é um caso particular, de alta necessidade e de alguém que raramente pede ajuda – e se você puder arcar com isso no seu orçamento – analise bem e pense que será quase uma doação, pois muitas vezes esperar o dinheiro ser ressarcido pode muito bem acabar com a relação de amizade.

5. Você pede o dinheiro emprestado – não importa a quantia, devolva o quanto antes. Não pediu por se sentir envergonhado, mas está numa situação limite? Respire fundo e chame o amigo para pedir ajuda, sabendo que ele não tem obrigação alguma de emprestar, e nisso incluo parentes, vizinhos, o que quer que seja. Mas é um caso de saúde, emergencial? Fale com todos que possam ajudar, proponha vender objetos, antecipar o décimo terceiro salário ou férias para levantar o dinheiro necessário, e assim que a situação estabilizar produza mais (faça extras, se preciso for) para honrar os empréstimos que você precisou pegar. Com isso as pessoas irão respeitar a sua palavra e sua imagem ficará como a de alguém que teve brios para pedir ajuda e foi firme em retribuir a ajuda recebida, fortalecendo amizades pessoais e profissionais.

Até o próximo

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Cesar Lustosa

Cesar Lustosa é escritor, palestrante e Coach, autor de vários livros dentro da sua área de atuação profissional. Atendimento, autoestima, bem-estar, felicidade, motivação e vendas são temas que o palestrante desenvolve ao longos dos mais de 15 anos de carreira.

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